Pobreza X Analfabetismo
na Região Norte
Charles da Silva
Oliveira1
Formando em Logística
do Centro Universitário Luterano de Manaus-2013.2.
A pobreza tem relações
com o analfabetismo; porque o analfabeto
tornam-se mais dependentes das pessoas que sabem ler e escrever. E muitas
dessas pessoas podem aproveitar dessa dificuldade dos analfabetos; uns para
aproveitamento e criação de oportunidade para ganhos próprios, outros por
egoísmo.
O Brasil, como um todo, tem melhorado muito a qualidade dos
estudos. Mas a região norte ainda tem que evoluir com a questão do
analfabetismo, principalmente as regiões de pouco acesso, como os municípios do
interior do Amazonas. Como descreve Barbosa (2011):
Cada região geográfica do Brasil
apresenta um analfabetismo com causas e consequências peculiares. Não se trata
apenas de diferentes taxas de analfabetismo entre elas, mas de contexto sociais
diversos, bem como dos diferentes níveis de pobreza, aos quais são submetidas
as populações municipais (p.33).
Muitas dessas pessoas enfrentam dificuldades no aprendizado,
e seu crescimento intelectual é reduzido; o fato de não poder ter a oportunidade
de saber lê: “as pessoas que não leem nem escrevem não se autodenominam
analfabetas, são assim chamadas porque vivem em sociedade de cultura escrita (BARBOSA,
2011, p.30)”. Sendo assim, essas pessoas excluídas de oportunidade no mercado
de trabalho formal, trabalhando apenas na informalidade e trabalhos pesados.
Uma das soluções para a redução do analfabetismo no Brasil é
o aumento do interesse dos governantes. Enquanto houver pessoas mal informadas,
sem senso critico, maiores serão as oportunidades de politicagem, quando o povo
é facilmente manipulado por seus representantes. A questão não se resume em ser
analfabeto ou não (BARBOSA, 2011). Porém, o entendimento do que os políticos
prometem, o seu plano, como eles pretendem participar das mudanças sociais com diferentes objetivos, requer menos analfabetismo e
mais organização social.
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
BARBOSA, Evandro Brandão, Uma viagem pelo analfabetismo do Alto
Solimões. Manaus: Edicões Muiraquitã, 2011.
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