Malva
e Juta: prospecção da Cadeia Produtiva no Estado do Estado do Amazonas
David Nunes1
1Formando
em Logística do Centro
Universitário Luterano de Manaus, em 2013.2.
Os
principais municípios produtores de malva e juta são: Anamã, Anori, Beruri,
Codajás, Coari, Careiro da várzea, Caapiranga, Itacoatiara, Iranduba,
Manaquiri, Manacapuru e Parintins. A área total de plantio é de aproximadamente
12.300 hectares, onde foram colhidos aproximadamente 14.700 toneladas de malva
e juta entre 2010 e 2011, beneficiando diretamente em torno de 30 mil pessoas.
Devido
ao surgimento de fibras sintéticas e outros tipos de embalagens substituíram a
sacaria de fibras de malva e juta, consequentemente houve uma queda na produção
do produto na região. Sendo assim, os governos Federal, Estadual e Municipal terão que criarem politicas de
incentivos aos malvinos e juticultores; com tecnologias e infraestrutura para
competitividade dos produtos na região (BARBOSA, 2013).
A
Juta chegou ao Estado do Amazonas trazida pelos Japoneses, sendo o dr. Tsukasa
Uyetsuka o primeiro incentivador dessa cultura, cujos esforços de empreendedor
transformaram grandes áreas incultas em produtos de juta o que representou o
progresso na década de 30:
A fundação e o
povoamento da vida Amazônica pelos japoneses, no município de Parintins,
proporcionaram produção de juta superior àquela da Índia em qualidade. No
Amazonas e também Pará, os japoneses identificaram condições climáticas e
geológicas apropriados à cultura da juta, cuja associação a uma mão de obra
diligentes se fazia imprescindível para produção em grande escala (BARBOSA, 2013,
p.105).
A
produção de sementes de malva e juta continua sob o domínio do estado do Pará,
enquanto o Governo do Amazonas realiza a compra das mesmas, entregando-os aos
malvicultores e jutificultores responsáveis pelo plantio e acompanhamento e
comercialização.
BARBOSA, Evandro Brandão. Celso
Furtado na Amazônia. Manaus: Edição do Autor, 2013.
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